O engenheiro ambiental e estudante de mestrado Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, faleceu na tarde de 26 de outubro de 2026 após sofrer uma agressão violenta na madrugada do sábado anterior (24). O ataque ocorreu após ele se afastar de um ato político em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, realizado nos arredores do Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) em Santos, no litoral paulista. Segundo informações do boletim de ocorrência registrado pela polícia, Marcelo foi atacado por um grupo de pessoas que também roubou seus pertences e o aparelho celular. [1, 2, 3]
O episódio motivou forte repúdio público por parte de instituições acadêmicas e coletivos artísticos:
- Posicionamento da Unifesp: A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), instituição onde o jovem estudava, emitiu uma nota oficial enfatizando que “independentemente das motivações que venham a ser esclarecidas, a violência não pode ser naturalizada ou tolerada”. A universidade ressaltou que o direito à participação na vida pública e o respeito à integridade física são bases essenciais do regime democrático. [1, 2]
- Manifestação da Banda Esquerdantina: O grupo musical que se apresentou no evento também publicou um manifesto cobrando celeridade na punição dos responsáveis e alertando para o perigo do “ódio promovido como instrumento de intimidação política”. A banda apontou a possibilidade de o crime envolver motivação homofóbica. [1, 2]
- Investigação Oficial: A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP) declarou que a Polícia Civil trabalha ativamente no Centro de Polícia Judiciária (CPJ) de Santos para identificar a dinâmica da violência, descobrir a motivação exata e prender as pessoas envolvidas no crime


